Há aquele velho ditado que diz que “a primeira impressão é a que fica”. Sem querer questionar a veracidade da sabedoria popular, fato é que damos muita importância ao impacto do primeiro contato que temos tanto com pessoas quanto com empresas. Nesse sentido, produzir um bom vídeo institucional que apresente de maneira interessante a empresa ao público pode abrir muitas portas e moldar opiniões.

Um vídeo de poucos minutos pode ficar muito tempo na cabeça de quem o assiste, fixando a empresa no subconsciente do público. Mas, como produzir um vídeo institucional que cause impacto positivo? O maior segredo talvez esteja no roteiro.

O roteiro é o esboço do vídeo. É nele, através da descrição das ações, que podemos organizar ideias, ter noção de quanto durará o vídeo, quem participará dele (gerência, funcionários reais, personagens, etc), quais cenários serão necessários e como mais ou menos será a edição do vídeo institucional. Em resumo, roteiro é a base de tudo.

O processo inicial para criação do roteiro é a montagem do briefing. Trata-se de um relatório onde se coleta o máximo de informações possíveis sobre a empresa, seu público, qual o objetivo daquele vídeo, o que ele visa atingir, como mais ou menos se imagina que o vídeo possa ficar, quais referências audiovisuais podem ser usadas e por aí vai. Um bom briefing facilitará muito a escrita do roteiro. É após a conclusão do briefing que se definirá o formato e estilo do vídeo institucional.

Com o briefing em mãos, a escrita do roteiro se torna mais fácil. O grande desafio nessa fase de início de escrita do roteiro é encontrar a mensagem central do vídeo e qual será o “tom”, ou seja, se o vídeo institucional será mais profissional, mais descontraído, mais técnico, etc.  À partir do brienfing, o roteirista perceberá qual tom deverá ser usado levando em consideração que o objetivo principal do vídeo institucional será sempre tocar e engajar a audiência.

Os 30 primeiros segundos de um vídeo institucional são cruciais. A mensagem principal deve ser passada ali, sob o risco de o público perder o foco e não continuar assistindo. É comum que vídeos institucionais tenham o chamado Call to Action, ou Chamada para a Ação. Trata-se de usar os últimos segundos de vídeo para convidar o expectador a conhecer a empresa, ligar para ela, interagir com ela nas redes sociais ou qualquer outra ação que vise criar interação entre a organização e o público.

Finalizado o roteiro, é o momento de revisá-lo junto à empresa e fazer correções pontuais caso necessário. Após aprovado, é hora de gravar e depois editar. É indicada a contratação de uma produtora nessas fases, pois ela usará equipamentos de ponta, prestando atenção em obter a máxima qualidade de áudio e imagem, visando valorizar o roteiro e transformar as ideias do papel em realidade.

Finalizado o vídeo, é hora de publicar. É fundamental que o vídeo institucional seja facilmente visto no site da empresa, de preferência na página inicial. É interessante também que o vídeo seja publicado no Youtube, preferencialmente num canal criado especificamente para a organização. Redes sociais como o LinkedIn e o Facebook também permitem a inserção de vídeos institucionais em páginas comerciais e esse recurso deve ser amplamente usado pois gera bastante engajamento.

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